quinta-feira, 26 de maio de 2011

Jean Piaget - Fases do desenvolvimento

A teoria do desenvolvimento psicossocial - Erik Erikson

Teoria de Kohlberg para o desenvolvimento moral

Dúvida no teste de psicologia...

No ultimo teste escrito de psicologia do desenvolvimento, os alunos depararam-se com uma questão que suscitou muita discussão.

Foi-nos dada a afirmação " O joão nao falta às aulas, simplesmente porque sabe que faltar é errado".
Segundo Kohlberg, o desenvolvimento moral processa-se a partir de uma sequência invariante de três níveis de raciocínio moral, cada um deles subdivididos em dois estádios, perfazendo um total de seis estádios.

A pergunta é em qual dos níveis se encontra o joão, ou seja, no nível 1 (moralidade pré-convencional), no nível 2 (moralidade convencional) ou no nível 3 (moralidade pós-convencional).

A dúvida residiu entre o nível 2 e 3.

Comentem, defendendo a vossa opinião.

Reflexão - Hereditariedade vs O Meio (Passando Por Genie)

Voltando a um assunto já aqui mencionado, a hereditariedade vs o meio, eu irei a apresentar uma reflexão minha. Uma reflexão que volta ao caso "Genie" para explicar a importância dos genes bem como a importância do meio envolvente. Então cá vai: 

Será que o comportamento das pessoas está associado ao seu código genético? Ou será que é o meio envolvente que molda a sua personalidade? E se ambos estiverem relacionados?

Estudo Head Start

A organização Head Start treina professores para usarem livros de contos com o intuito de melhorarem as competências literárias, particularmente ao nível do vocabulário, de crianças que frequentam o ensino pré-primário.


Todas as crianças que fazem parte desta organização, foram também participantes num projecto (projecto Star), que foi um grande estudo conduzido pela Universidade de Oregon.

Esta intervenção incluiu actividades que focaram a compreenção do vocabulário e a habilidade narrativa. O estudo ocorreu durante 8 semanas.

Os professores foram instruídos para lerem livros de contos nas suas aulas durante um longo período de tempo. Estes contos eram apropriados à idade, tinham numerosas e distintas sequências de eventos e variedade de vocabulário. Por livro eram ensinadas 3 palavras aos alunos.

Alguns exemplos eram mágico, optometrista, flash, restaurante, guindaste, entre outras.

No primeiro dia introduziu-se o autor e as crianças tiveram oportunidade de prever os acontecimentos da história baseando-se na capa do livro. Os professores leram a história fazendo algumas pausas para definirem algum vocabulário. No final foram feitas algumas perguntas de compreenção.

No segundo dia os professores voltaram a referenciar o autor e lembraram os alunos das 3 novas palavras aprendidas. Mostraram-se imagensdo vocabulário e do grupo de palavras em que estas se inseriam ( por exemplo, alce está na categoria dos animais).

No terceiro dia os estudantes voltaram a contar a história segundo as imagens do livro. Foram encorajados a usar as 3 palavras enquanto narravam o conto. Depois disso o professor fez algumas questões de revisão focando sobretudo o vocabulário.

No quarto dia as crianças interpretaram alguns eventos da história começando por usar as 3 novas palavras. Os alunos desempenharam diferentes personagens fazendo uma espécie de representação teatral.

No final do estudo concluiu-se que que os alunos que participaram nesta intervenção melhoraram as suas capacidades narrativas e de vocabulário.Contudo não houveram melhorias ao nível da compreenção.

Concluiu-se por isso que ler alto para as crianças pode não ser suficiente para haver um incremento nas habilidades literárias.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

"A Psicologia possui um longo passado, mas uma curta história"





 


A Psicologia é a ciência que estuda a mente das pessoas, mas desde quando é que a arte de compreender a mente humana é tida como ciência?
Desde sempre que o Homem tenta compreender o que se passa no complexo pensamento das pessoas, mas sempre se baseou no senso comum: "pau que nasce torto tarde ou nunca se endireita", "burro velho não aprende línguas", "diz-me com quem andas, dirte-ei quem és". Estes são apenas 3 dos vários ensinamentos passados de geração em geração pela sociedade. Estes são apenas 3 exemplos de senso comum. Tentativas de compreender a mente humana, muitas vezes baseadas numa curta amostra de pessoas através da observação esporádica e que não garantem que estas afirmações sejam realmente verdadeiras. De facto, desde a antiguidade que a compreensão da mente humana era feita através de meras especulações que facilmente caíam em erro.



Wihelm Wundt










Cimógrafo - aparelho usado por Wihelm Wundt















E, ao contrário do que se diz por aí, não foi o famoso Freud quem "deu à luz" a Psicologia. Na verdade, foi Wihelm Wundt (1832-1920) quem "fundou" a Psicologia como ciência, pois foi ele o pioneiro no estudo cientifico da mente humana tendo para isso recorrido a diferentes aparelhos. Ele afirmava que "as operações mentais (consciência) não são mais do que a organização de sensações e sentimentos elementares". O seu método de estudo era denominado de Estruturalismo, mas Wihelm Wundt cometeu um erro: ele estudou a mente de várias pessoas pensando que estas reagiriam de igual modo aos mesmos estímulos. De facto, a mente humana é de tal modo complexa e tão particular de pessoa para pessoa que é impossível tirar conclusões a partir das sensações e sentimentos apenas.





John Watson
Após Wihelm Wundt, novos estudiosos surgiram na história com novos métodos revolucionários sendo que alguns desses métodos ainda hoje são utilizados.





Jean Piaget






São exemplos desses novos psicólogos: John Watson (1878-1958), que criou o Behaviorismo, Sigmund Freud (1856-1939), que criou a Psicanálise e Jean Piaget (1896-1980), que criou o Construtivismo.

Sigmund Freud